quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Último dia de 2008

Bem galera, é isso, 2008 está a 7 horas e meia de chegar ao seu fim. Então, desejo uma noite super animada e super divertida pra todo mundo que lê isso daqui.

Feliz Ano Novo Galerë :D

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Ano novo, vida nova.

Já fazia muito tempo que eu pretendia mudar a cara do Shake, mas, a preguiça sempre falou mais alto. Quando cheguei em casa e entrei nele a primeira coisa que eu disse foi: "é hoje."

Mal pude acreditar quando eu percebi que eu realmente fiz! Inclusive já deixei pensado o próximo. Então, já deixei o Shake com carinha nova, só falta eu mesma agora. É isso mesmo gente bonita, vou mudar éé denovo. Mas sabem o que mais? Eu não vou falar o que vou fazer. mamãesoumá

Juro que em breve, muito em breve, saberão o farei no meu cabelo longo curtíssimo multitamanho e castanho ruivo escuro claro multicolorido.

Parabéns atrasado pro meu amoooooor Dérick, via blog. só faltou por aqui.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Já é Natal.

Então...

Feliz Natal e um 2009 Lindo galerinha bonita :D
Sei nem se alguém lê isso

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Uma história verídica e longa.

Sétima série. Ela tinha boas expectativas para aquele ano. Até hoje não sabe se o que de fato aconteceu foi bom. Talvez tenha sido. Acha que foi.

Sétima série. Era o terceiro ano dele naquela escola. Menino desajeitado e magro que não chamava atenção das meninas. E nem a dela.

Ela descobriu que ele queria ficar com ela. Não queria. Ele era estranho, iditota, bobo, infantil e a perseguia, isso era estranho e assustador.

Foi assim durante quase um ano inteiro. Ela fugindo, ele a perseguindo e quem via pensava "não vai rolar" e ria.

Oitava série. Ele quase não apareceu na frente dela. Quase não se falaram. Ela arranjou o primeiro namorado.

Aquele foi um ano sem muitas histórias deles dois juntos. Mas aquela estranha sensação de que faltava alguma coisa não a abandonava. O namorado mudou de cidade.

Primeiro ano. Escola nova, namorado velho, brigas. Era o ano dos quinze anos, ela precisaria estar solteira para que o ano rendesse.

Mas, uma semana depois do término do namoro, ela já tinha outro namorado. Aqueles foram os quatro meses mais sem graça de toda a vida dela.

Monotonia que fora quebrada apenas duas vezes. Uma por causa daquele menino que a perseguia na sétima série. Aquela pessoa retornava de um passado que ela jurou pensou ter enterrado.

Outra, pelo término do namoro. Ela não lembra de já ter chorado tanto na vida. Por mais que aquilo só fosse beneficiá-la, sentia-se triste. Talvez por ter sido chamada de fresca.

Festas, bebidas, meninos. Ela soube, com certeza, aproveitar aquele ano. E já era quase a vez dela. Estava aniosa por esse dia. Passou uma, duas semanas, mas, só ficava perto. Finalmente chega o dia.

Depois da valsa, outro menino a chama para um lugar mais silencioso. Mais um namorado. Aquilo já estava perdendo a graça. Ainda bem que as festas estavam acabando. Mas, foi depois da primeira vez que ela saiu sem ele que veio o fim daquele sufoco namoro.

Épocade formaturas. Ela só foi em uma. Não se lembra com detalhes. Acha que ficou bêbada. Mas lembra, com quase exatidão, de ter ficado com seu perseguidor da sétima série. Não lembra se foi bom. Mas lembra de ter rolado o mínimo de um sentimento.

Segundo ano. Ela só não queria um namorado, no início do ano. Mais festas, bebidas, meninos e amigas. Aquilo era bom, muito bom, mas, ela cansou de brincar dessa brincadeira de ficar solteira.

Foi nessa época que o menino da sétima série começou a namorar. Ela não entendia porque, mas, sentia ciúme deles. Não queria que elefosse feliz com aoutra. Uma suposição possível era a uma paixão um tanto retardada por ele. Na verdade, era a única possibilidade.

Não conseguia deixar de pensar que ele não era feliz com a namorada. Mas nem imaginava o motivo de tamanho ciúme. E a essa altura só podia lamentar porque não poderia ficar com ele nas formaturas desse ano.

Fim de ano, férias. Formaturas. Ela não estava anciosa, tinha certeza de que aquela formatura não daria em nada.Talvez até ficaria com algum desconhecido e iria embora. Mas, na verdade, aquela noite reservava algo a mais para ela.

Dançava com as amigas. Alguns meninos desnecessários. Nada fora do normal. Foi quando ela o avistou. Ele vinha em direçãoa ela. Ela precisava sair dali com ele. Pediu ajuda, não queria ficar com o menino que estava do lado dela, queria ficar com seu conhecido de outrs tempo.

Foi um segundo beijo com gosto de primeiro. Ela mal acreditava noque acontecia naquele momento. O coração batia forte e havia lágrimas em seus olhos. Perguntava-se se aquelas luzes eram os fogos de artifício. A teoria de uma possível paixão começava a confirmar-se.

Ele foi embora. Ela ficou com quem não queria. Estava com uma certa raiva dele. Mas, nem assim conseguia conter a vontade que tinha de ficar com ele. Correu, procurou e quando o encontrou bateu, xingou e beijou ele. Não queria sair de perto dele, nunca mais.

Passaram-se alguns dias desde a formatura e ele largou a namorada para ficar com ela.Ainda nem estavam namorando e já falavam sobre os filhos e sobre envelhecer juntos. Eram o casal mais feliz da cidade.

Duas semanas e um dia juntos e eles começaram a namorar. Ela sente que, a cada dia que passa, ama cada vez mais ele. E sentetambém que ainda vai amá-lo muito mais do que já ama. Mas essa é uma história impossível de finalizar. O fim dela ainda está muito longe.

Ontem à noite Eu conheci uma guria que eu já conhecia
de outros carnavais com outras fantasias

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Terceirãão

É, e no final ela prova que não é tão burra como parecia.

Só mais um ano de escola, depois me formo e sou eu por mim mesma. Isso me assusta um pouco.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Status: Feliz

Inesperado. É a melhor palavra para descrever o acontecimento do dia de hoje. Depois de um ano, na formatura do Mário Quintana, a dona desta budega consegue se apaixonar. Tá certo, isso não é novidade, eu já tinha dito isso no post sobre a formatura. Mas, acho melhor contar o que aconteceu durante o dia.

De manhã fui fazer a minha prova de matemática, nada de anormal, números, números e mais números. Almocei e saí com a Márcia, minha irmã, e fomos ao médico. Três horas de espera é pra fuder com o cu do palhaço difícil de aguentar, sem dormir. Sim, dormi na sala de espera.

Uns minutos depois de acordar liguei para o Dérick e perguntei se ele não queria ir até lá nos fazer comanhia. Ele foi. Mal acreditamos quando chamaram, bem alto, o nome da Márcia. Ela vai precisar trocar os óculos.

Fomos ver se a minha cabeleireira estava aberta, claro que não estava. Pool Diversões, perdi de 6 x 1 no Hoquéi pro Dérik. Comprar um refrigerante de dois litros não parecia uma má idéia. Sentar na praça parecia melhor ainda. A Márcia foi buscar as chaves para irmos para casa. Eu, o Dérick e seu irmão fomos para a praça.

Sentados no banquinho da pracinha e cuidando o Nícolas. Tudo perfeito. Quando, de repente, chega a Márcia, junto com a mãe. Claro que a minha véia dona Graziela não gostou, e fez um escândalo em praça pública, literalmente. Me despedi do Dérick e fui para a loja, onde a mãe falou para o pai que me viu namorando na praça. O pai disse "Ainda bem." Depois disso recebi as chaves para ir para casa.

Voltei à praça e ainda encontrei quem eu procurava. Nós quatro parecíamos uma típica família feliz. Ele me trouxe até em casa. Entrou e conheceu tudo. A Márcia foi para o computador e o Nícolas ficou brincando com a Roxy.

Fomos nos sentar na rua para ficarmos a sós pela primeira vez no dia. Acho que foi a parte mais perfeita (embora a palavra perfeita diminua, e muito, aquele momento). Mas as crianças apareceram para cortar o clima jogar futebol ali.

Um lugar sem bolas de futebol, ótima pedida. Sentar, em paz, sozinhos. Um beijo, um abraço, cosquinhas. Algumas palavras importantes. E naquele momento. No pátio da minha casa, na frente da cozinha. Dia quinze de Dezembro de 2008 não esquece, Carolina. A gente começou a namorar, de fato.

" E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa, que nem feijão com arroz."

domingo, 14 de dezembro de 2008

Entendendo Política

Eu sei que esse post cabia melhor na época de eleições, maas, paciência né.

"- Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola!
Posso te fazer uma pergunta?
- Claro, meu filho, qual é a pergunta?
- O que é política, pai?

- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe trabalhadora; Futuro do país.
- Não entendi, dá para explicar?
- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo:
Sou eu quem traz dinheiro para casa, então eu sou o poder econômico.
Sua mãe administra e gasta o dinheiro, então ela é o governo.
Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo.
Seu irmãozinho é o futuro do país.
A Zefinha, babá dele, é a classe trabalhadora.
- Entendeu, filho?

- Mais ou menos, pai vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho o
menino foi ver o que havia de errado. Descobriu que
o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que sua mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da babá e viu através da fechadura o pai transando com ela ...
Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu. Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou para o pai:

- Pai, agora acho que entendi o que é política...
- Ótimo filho! Então me explica com suas palavras.


- Bom pai, acho que é assim:
Enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente. O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!! "


Vi no Recebi Por Email

Aproveitando, sempre adorei esse filme. Quem nunca viu não tem televisão em casa, recomendo.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Bengalas e suas borrachas

O velhinho está no ponto do ônibus, apoiado na sua bengala. No ponto também está um senhor com uma dúzia de filhos. Chega o ônibus, e os garotos sobem primeiro e tomam todos os lugares vagos, obrigando o velhinho a ficar em pé. De repente, o ônibus dá uma brecada e o velhinho é jogado para frente do ônibus. Ele se levanta frustrado, e volta para o lugar em que estava, de pé, perto do cobrador. Mas o ônibus dá outra brecada e, mesmo com a bengala, o velhinho acaba sendo jogado para frente do ônibus. O pai dos doze moleques lhe diz:
- Se o senhor tivesse uma borracha na ponta de sua bengala, não teria caído duas vezes...
E o velhinho responde:
- Certo. Mas se o senhor tivesse colocado uma borracha na ponta da sua, eu poderia estar sentado agora!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

precisava compartilhar isso com todos.
" as placas de carro não mentem. só as 55 e 77 "

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

formatuura

Ontem eu fui à formatura do terceiro ano da escola Mário Quintana. Não digo que foi a melhor noite da minha vida interira porque com certeza ainda vou ter muuitas tão boas quanto ou até melhores. (contando que ele esteja do meu lado, exatamente que nem ontem).

Chegamos (Eu, Gabi e Amanda) por volta de 24:30. Tudo vazio, para mim aquilo não daria em nada e eu iria embora cedo. A noite extremamente quente, os mosquitos nas pernas. Nada estava dentro dos conformes para uma boa festa. Mas, depois de um tempo as coisas começaram a melhorar.

A música começou a ficar boa. As pessoas começaram a chegar. E de repente me vejo perdida das gurias como é de praxe. Procurei conhecidos, encontrei primeiro a Greta e o Fernando. Dançamos juntos, mas, pouco depois reencontrei minhas amigas.

Nessa de me perder e me desperder acabei encontrando outra Amanda, a Alessa, o Dérick e mais algumas pessoas. Dançamos, bebemos... A Gabi apareceu e começamos a dançar juntas. O Raulério chegou e começou a dançar conosco. Nada de mais até então.

Foi quando o Raulério tentou ficar comigo. E, francamente, eu não. Pedi ajuda para o Dérick. Fiquei com o Dérick a melhor ajuda de todos os tempos. O único problema é que não funcionou exatamente bem. Acabei ficando com o Raulério depois.

Saí correndo e pulando e rindo e quase chorando de "raiva". E fui falar com o Dérick. A partir daí a gente não se largou mais. Acho que fazia quase um ano que eu não ficava casadinha em alguma festa.mas valeu de mais a pena

Sentamos na grama e ficamos observando os vagalumes, o rio. Juntos, abraçados. Aquilo era tão perfeito. Pensamos em fugir para lá. Nós dois, um cachorrino e um repelente. Nos levantamos, fomos dançar.

Os gordinhos super sexy tocando e a gente dançando ou alguma coisa parecida. Tirei as sandálias. A grama estava molhada e gelada e com rosetas. Não aguentei. Fomos sentar para que a sandália voltasse para a posição correta. Ainda sentados, conversamos algumas coisas que mecheram de alguma forma aqui dentro. Começou a tocar Xuxa é, Xuxa. "Adoro dançar Xuxa, vamos lá??" "Vamos."

Mas, pouco tempo depois os gordinhos pararam de tocar. Sem esquecer da musiquinha.

I love you
Eu amo Fat Duo

Não que eu não goste de psy, mas, realmente eu estava mais interessada na minha companhia. Sentamos nos banquinhos, ficamos nas árvores, banquinhos de novo. Até que nos aquietamos na grama. Conversando, ficando, abraçados, juntos. O tio disse que não podia sentar ali. Fomos para onde tínhamos sentado antes.

Planos de fuga, planos de construção de uma casa. Fazia muito tempo que nenhum guri fazia com que eu me sentisse desse jeito. Foi a primeira vez que alguém me ganhou tão rápido. E eu não conheci ele naquela noite. Já faziam quatro anos. Onde eu estava com a cabeça? O sol estava nascendo.

Não muito depois que o sol nasceu, o dj parou de tocar e todos foram embora. Ir embora dentro de um Peugeot com sete pessoas dentro não é fácil, mas, carro de mãe é igual ao coração dela, sempre cabe mais um. Primeira parada, deixar a Amanda e a Gabi em suas respectivas residências. Segunda parada, deixar o cocô Fernando. Terceira parada e mais indesejada deixar o Dérick. Ponto final, minha casa.

Coloquei meu pijama estiloso de galinha, liguei o ventilador, me tapei. Olhei para o chão e vi uma almofada da Betty Boop. Peguei e dormi abraçada nela. Não tirei a maquiagem.
"A noite mais perfeita da minha vida, até agora."